Memórias do Território: 4.º Encontro de História Local

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto através do Museu das Terras de Basto, organizou nos dias 07 e 08 de junho (sábado e domingo), as «Memórias do Território: 4.º Encontro de História Local», que à semelhança do ano passado, contou com a participação de meia centena de pessoas.
No dia 07 de junho, sábado, foram apresentadas cinco comunicações:
• «A Senhoralização da Terra de Basto no século XIII e primeira metade do século XIV», por Joana Sousa, Mestre em História Medieval;
• «Pintura Mural e Pintura Mural na «Terra de Basto»», por Paula Bessa, Professora do Departamento de História do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho;
• «Lamentações sobre a Casa de Avis, de António Pereira, Senhor de Basto», por Pedro Vilas Boas Tavares, Professor na Faculdade de Letras da Universidade do Porto;
• «Virtualidades e complexidades de um típico espaço rural das Terras de Basto no séc. XVIII. O caso de Basto (Santa Tecla)»; por Elza Maria Rodrigues de Carvalho, Professora aposentada;
• E finalmente, «Aspetos do cultivo, preservação e consumo do cereal em Cabeceiras de Basto», por Teresa Soeiro, Professora associada do Departamento de Ciências e Técnicas do Património da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
À semelhança dos anos anteriores o Encontro continuou no dia seguinte, 08 de junho, domingo.
De manhã, por volta das 9h30, o Professor Doutor Pedro Vilas Boas Tavares fez a visita guiada à Igreja de Santa Senhorinha de Basto. De seguida, o grupo deslocou-se até à Casa do Forno, em Olela, Basto. Daí se partiu para a visita ao lagar de azeite em Arco de Baúlhe, prosseguindo a visita num passeio pedonal até à ponte velha de Arco de Baúlhe.
O almoço foi no restaurante “Sabores do Tâmega”, na Faia.
Desta feita, o grupo foi até ao Mosteiro de S. Miguel de Refojos, onde a Arquiteta Inês Gonçalves fez uma breve comunicação sobre a arquitetura e a análise espacial do mosteiro.
Daí se partiu para a visita à aldeia de Travassô, tendo o grupo percorrido a aldeia. Corria uma brisa fresca, e soube bem entrar na Casa do Forno e ver dentro de alvas toalhas a broa ainda quentinha, acabada de fazer pela D. Laura Barroso. A visita terminou num beberete com presunto, enchidos, broa e muitas outras iguarias características da terra.
E já vamos no 4.º ano das Memórias do Território! Para o ano garantimos um novo Encontro!

(FM)

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