No País do Tamanco III

Designação: Serrão
N.º de inventário: T31
Função: Usado para cortar os toros de madeira.
Material: Madeira
Dimensões: Comprimento: 143,00 cm; largura: 31,00 cm.
História: Esta peça foi utilizada por Manuel Alves Leite, pai de Manuel António Teixeira Leite, ambos tamanqueiros de profissão, para cortar os toros de madeira.
Proprietário: Paulo Jorge Teixeira Leite (União de freguesias de Refojos, Outeiro e Painzela, Rua Irmão Pedro Basto, Cabeceiras de Basto).

Designação: Serrão
N.º de inventário: T32
Função: Usado para cortar os toros de madeira.
Material: Madeira
Dimensões: Comprimento: 104,00 cm; largura: 18,50 cm.
História: Esta peça foi utilizada por Manuel Alves Leite, pai de Manuel António Teixeira Leite, ambos tamanqueiros de profissão, para cortar os toros de madeira.
Proprietário: Paulo Jorge Teixeira Leite (União de freguesias de Refojos, Outeiro e Painzela, Rua Irmão Pedro Basto, Cabeceiras de Basto).

Designação: Pedra de amolar
N.º de inventário: T33
Função: Usado para amolar as facas.
Material: Pedra
Dimensões: Comprimento: 40,00 cm; altura 15,00 cm; largura: 11,00 cm.
História: Esta peça foi utilizada por Manuel António Teixeira Leite, tamanqueiro de profissão, para amolar as facas.
Proprietário: Paulo Jorge Teixeira Leite (União de freguesias de Refojos, Outeiro e Painzela, Rua Irmão Pedro Basto, Cabeceiras de Basto).

Designação: Chancas de mulher (par)
N.º de inventário: MTB 449
Função: Tipo de botas para mulher, utilizado para proteção dos pés, nas feiras e domingos. Quando este calçado estivesse mais rompido, passava a ser utilizado nos trabalhos do campo.
Material: Madeira, couro, borracha, metal (tachas), cordão.
Dimensões: Comprimento: 26,00 cm; altura 15,50 cm; largura: 7,50 cm.
História: Estas chancas foram feitas por José Alves Leite e comprados posteriormente pelo Museu das Terras de Basto.
Proprietário: Museu das Terras de Basto (Rua da Estação, Arco de Baúlhe).

Designação: Chancas de homem (par)
N.º de inventário: MTB 450
Função: Tipo de botas para homem, utilizado para proteção dos pés. Quando este calçado estivesse mais rompido, passava a ser utilizado nos trabalhos do campo.
Material: Madeira, couro, borracha, metal (tachas), cordão.
Dimensões: Comprimento: 28,00 cm; altura 16,00 cm; largura: 9,50 cm.
História: Estas chancas foram feitas por José Alves Leite e comprados posteriormente pelo Museu das Terras de Basto.
Proprietário: Museu das Terras de Basto (Rua da Estação, Arco de Baúlhe).

Designação: Socos de mulher (par)
N.º de inventário: MTB 451
Função: Calçado feminino utilizado para proteção dos pés, nos trabalhos de campo. Constituído por sola de madeira e corte em couro preto envernizado.
Material: Madeira, couro, borracha, metal (tachas).
Dimensões: Comprimento: 25,00 cm; altura 9,00 cm; largura: 9,00 cm.
História: Estes socos foram feitos por José Alves Leite e comprados posteriormente pelo Museu das Terras de Basto.
Proprietário: Museu das Terras de Basto (Rua da Estação, Arco de Baúlhe).

Designação: Socos de criança (par)
N.º de inventário: MTB 452
Função: Calçado de criança, feminino, de sola de madeira e corte em pele preto envernizado, utilizado para proteção dos pés, no dia-a-dia.
Material: Madeira, couro, borracha, metal (tachas).
Dimensões: Comprimento: 20,00 cm; altura 65,00 cm; largura: 6,50 cm.
História: Estes socos foram feitos por José Alves Leite e comprados posteriormente pelo Museu das Terras de Basto.
Proprietário: Museu das Terras de Basto (Rua da Estação, Arco de Baúlhe).

Designação: Socos de criança (par)
N.º de inventário: MTB 453
Função: Calçado de criança, masculino, de sola madeira e corte em couro, utilizado para proteção dos pés, no dia-a-dia.
Material: Madeira, couro, borracha, metal (tachas).
Dimensões: Comprimento: 18,00 cm; altura 7,00 cm; largura: 7,00 cm.
História: Estes socos foram feitos por José Alves Leite e comprados posteriormente pelo Museu das Terras de Basto.
Proprietário: Museu das Terras de Basto (Rua da Estação, Arco de Baúlhe).

Designação: Socos de homem (par)
N.º de inventário: MTB 454
Função: Calçado grosseiro utilizado para proteção dos pés, no trabalho do campo. Constituído por sola de madeira, corte de couro, pintado de cor preta. A união dos dois elementos faz-se pela colocação de uma tira fina de couro, pregado com tachas metálicas.
Material: Madeira, couro, borracha, metal (tachas).
Dimensões: Comprimento: 29,00 cm; altura 13,00 cm; largura: 10,00 cm.
História: Estes socos foram feitos por José Alves Leite e comprados posteriormente pelo Museu das Terras de Basto.
Proprietário: Museu das Terras de Basto (Rua da Estação, Arco de Baúlhe).

Designação: Socos de homem (par)
N.º de inventário: MTB 455
Função: Calçado grosseiro utilizado para proteção dos pés, nos dias de feiras e domingos. Quando este calçado estivesse mais rompido, passava a ser utilizado nos trabalhos do campo. Constituído por sola de madeira, corte de couro. A união dos dois elementos faz-se pela colocação de uma tira fina de couro, pregado com tachas metálicas.
Material: Madeira, couro, borracha, metal (tachas).
Dimensões: Comprimento: 28,00 cm; altura 12,00 cm; largura: 10,00 cm.
História: Estes socos foram feitos por José Alves Leite e comprados posteriormente pelo Museu das Terras de Basto.
Proprietário: Museu das Terras de Basto (Rua da Estação, Arco de Baúlhe).

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No País do Tamanco II

Designação: Enxó
N.º de inventário: T18
Função: Usada para devastar a madeira.
Material: Metal, madeira
Dimensões: Comprimento: 21,50 cm; altura 19,00 cm; largura: 11,00 cm.
História: Esta enxó foi utilizada por Manuel António Teixeira Leite.
Proprietário: Paulo Jorge Teixeira Leite (União de freguesias de Refojos, Outeiro e Painzela, Rua Irmão Pedro Basto, Cabeceiras de Basto).

Designação: Enxó
N.º de inventário: T19
Função: Usada para devastar a madeira.
Material: Metal, madeira
Dimensões: Comprimento: 17,00 cm; altura 17,50 cm; largura: 11,00 cm.
História: Esta enxó foi utilizada por Manuel António Teixeira Leite.
Proprietário: Paulo Jorge Teixeira Leite (União de freguesias de Refojos, Outeiro e Painzela, Rua Irmão Pedro Basto, Cabeceiras de Basto).

Designação: Alicate
N.º de inventário: T20
Função: Usado para tirar os pregos mal colocados.
Material: Metal
Dimensões: Comprimento: 19,00 cm; altura 19,00 cm; largura: 4,00 cm.
História: Esta ferramenta foi usada pelo tamanqueiro Manuel António Teixeira Leite.
Proprietário: Paulo Jorge Teixeira Leite (União de freguesias de Refojos, Outeiro e Painzela, Rua Irmão Pedro Basto, Cabeceiras de Basto).

Designação: Torquesa
N.º de inventário: T22
Função: Usada para puxar o couro para o pau do soco.
Material: Metal
Dimensões: Comprimento: 14,00 cm; altura 14,00 cm; largura: 5,00 cm.
História: Esta ferramenta foi usada pelo tamanqueiro Manuel António Teixeira Leite.
Proprietário: Paulo Jorge Teixeira Leite (União de freguesias de Refojos, Outeiro e Painzela, Rua Irmão Pedro Basto, Cabeceiras de Basto).

Designação: Martelo
N.º de inventário: T24
Função: Usado para pregar os pregos.
Material: Metal, madeira
Dimensões: Comprimento: 24,00 cm; altura 24,00 cm; largura: 8,00 cm.
História: Esta ferramenta foi usada pelo tamanqueiro Manuel António Teixeira Leite.
Proprietário: Paulo Jorge Teixeira Leite (União de freguesias de Refojos, Outeiro e Painzela, Rua Irmão Pedro Basto, Cabeceiras de Basto).

Designação: Sovela
N.º de inventário: T25
Função: Usada para fazer os orifícios para colocar os pregos.
Material: Metal, madeira
Dimensões: Comprimento: 10,00 cm; altura 10,00 cm; largura: 2,50 cm.
História: Esta ferramenta foi usada pelo tamanqueiro Manuel António Teixeira Leite.
Proprietário: Paulo Jorge Teixeira Leite (União de freguesias de Refojos, Outeiro e Painzela, Rua Irmão Pedro Basto, Cabeceiras de Basto).

Designação: Par de socos
N.º de inventário: T26
Função: Calçado grosseiro em couro tachado com sola de madeira, utilizado para proteção dos pés.
Material: Madeira, couro
Dimensões: Comprimento: 30,00 cm; altura 13,00 cm; largura: 10,00 cm.
História: Este par de socos tem cerca de 45 anos e foram feitos por Manuel António Teixeira Leite.
Proprietário: Paulo Jorge Teixeira Leite (União de freguesias de Refojos, Outeiro e Painzela, Rua Irmão Pedro Basto, Cabeceiras de Basto).

Designação: Paus (par)
N.º de inventário: T27
Função: Pau já trabalhado pronto para pregar o couro.
Material: Madeira
Dimensões: Comprimento: 27,00 cm; altura 3,00 cm; largura: 8,50 cm.
História: Estes paus de socos (par) foram trabalhados por Manuel António Teixeira Leite, há cerca de 40 anos.
Proprietário: Paulo Jorge Teixeira Leite (União de freguesias de Refojos, Outeiro e Painzela, Rua Irmão Pedro Basto, Cabeceiras de Basto).

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No País do Tamanco

O Noroeste de Portugal, como a vizinha Galiza, foi território de maior difusão do calçado com base de madeira, que oferece a vantagem de ser quente, hidrófugo e resiliente. Mais fácil de fabricar do que o de couro, o calçado de pau resistia ao rápido desgaste provocado pelo uso nos trabalhos da lavoura, em deslocações nos pedregosos e enlameados caminhos rurais de outrora ou nos carreiros de montanha, pois tinha o piso reforçado com cardas e brochas ou ferrado com aro de metal, nas últimas décadas substituído por cortes de borracha de pneu velho.
Já no final do século XVIII, o naturalista germânico Heinrich F. Link, que viajou por Portugal nos anos 1798-99, reconheceu esta diferença na forma de vestir e calçar ao longo do país, observando a propósito que a roupa também difere do traje do sul de Portugal, em especial os tamancos são aqui muito vulgares, enquanto que mais em direção a sul já não se vêem.
Porém, no dia-a-dia era comum o pé descalço, tanto em crianças como nos adultos, independentemente de género ou atividade laboral, denotando falta de recursos e o hábito de assim caminhar. O calçado, fosse de pau ou de sola, aprisionava os pés e estorvava, por isso ficava reservado para os dias festivos, as deslocações à Vila ou a ida à romaria.
Mesmos nestes casos, retirava-se durante o trajeto para maior comodidade e poupança.
Foi assim que José Augusto Vieira (1886) viu os romeiros de S. Bartolomeu de Cavez, um grupo em que ia uma rapariga esbelta, de capa dobrada na cabeça e socos na mão para marchar mais ligeira. Mais atrás seguiam duas ou três comadres que fecham o rancho com os alvos merendeiros à cabeça e os tamanquinhos na mão, como que para demonstrar o luxo e a superfluidade dessa peça de vestuário.

Teresa Soeiro (UP/FLUP – CITCEM)

Designação: Ofício
N.º de inventário: T15
Função: Mesa baixa onde o tamanqueiro trabalha.
Material: Madeira.
Dimensões: Comprimento: 82,00 cm; altura 55,00 cm; largura: 74,00 cm.
História: Mesa de trabalho que foi usada pelo tamanqueiro Manuel António Teixeira Leite.
Proprietário: Paulo Jorge Teixeira Leite (União de freguesias de Refojos, Outeiro e Painzela, Rua Irmão Pedro Basto, Cabeceiras de Basto).
t15
Designação: Banco do tamanqueiro
N.º de inventário: T14
Função: Usado no acabamento dos paus. Formado por uma grossa prancha de madeira, com aplicação de um pequeno cepo, sobre o qual apoiava o pau durante o trabalho.
Material: Madeira.
Dimensões: Comprimento: 87,00 cm; altura 50,00 cm; largura: 28,00 cm.
História: Esta peça foi feita há cerca de 40 anos, por Manuel António Teixeira Leite, para ser usado nos acabamentos dos paus dos socos.
Proprietário: Paulo Jorge Teixeira Leite (União de freguesias de Refojos, Outeiro e Painzela, Rua Irmão Pedro Basto, Cabeceiras de Basto).
t14
Designação: Forma
N.º de inventário: T10
Função: Para socos.
Material: Madeira, tira de couro.
Dimensões: Comprimento: 25,00 cm; altura 11,00 cm; largura: 8,50 cm.
História: Esta forma para socos tem cerca de 80 anos, foi utilizada primeiro por Manuel Alves Leite, pai de José Alves Leite, este último atualmente com 90 anos.
Proprietário: José Alves Leite (União de freguesias de Refojos, Outeiro e Painzela, Pinhel, Cabeceiras de Basto).
t10
Designação: Toro de amieiro
N.º de inventário: T13
Função: Para fazer o pau dos socos.
Material: Madeira (amieiro).
Dimensões: Comprimento: 31,00 cm; altura 6,50 cm; largura: 11,00 cm.
Proprietário: José Alves Leite (União de freguesias de Refojos, Outeiro e Painzela, Pinhel, Cabeceiras de Basto).
t13
Designação: Machada
N.º de inventário: T17
Função: Usada para rachar os toros de madeira.
Material: Metal, madeira.
Dimensões: Comprimento: 33,00 cm; altura 33,00 cm; largura: 14,50 cm.
História: Esta machada foi usada pelo tamanqueiro Manuel António Teixeira Leite.
Proprietário: Paulo Jorge Teixeira Leite (União de freguesias de Refojos, Outeiro e Painzela, Rua Irmão Pedro Basto, Cabeceiras de Basto).
t17
Designação: Formão
N.º de inventário: T16
Função: Usado para fazer o círculo “beira”, onde vai pregar o couro.
Material: Metal, madeira.
Dimensões: Comprimento: 40,50 cm; altura 40,50 cm; largura: 6,00 cm.
História: Esta ferramenta foi usada pelo tamanqueiro Manuel António Teixeira Leite.
Proprietário: Paulo Jorge Teixeira Leite (União de freguesias de Refojos, Outeiro e Painzela, Rua Irmão Pedro Basto, Cabeceiras de Basto).
t16

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A tradição do Natal no Museu

O Museu das Terras de Basto/Núcleo Ferroviário de Arco de Baúlhe através da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, e no âmbito do seu serviço educativo, promoveu nos dias 06,07 e 09 do corrente mês, atividades alusivas à época natalícia, dirigidas especialmente às crianças.
A passagem dos filmes “A Idade do Gelo – especial Natal”, “Alpha e Òmega – uma aventura de Natal” e a presença do Pai Natal, com os seus presentinhos geraram no museu momentos de diversão e surpresas.
Nesta iniciativa participaram cerca de 214 pessoas, das quais 197 eram crianças da EB1, JI do Arco de Baúlhe e JI do Centro Escolar Prof.ª Filomena Mesquita.

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Inauguração da exposição ‘No país do tamanco’

O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, inaugurou no sábado, dia 22 de outubro, a exposição ‘No país do tamanco’, mostra que retrata a antiga profissão de tamanqueiro e que pretende homenagear, em simultâneo, as figuras locais que se dedicaram a este ofício.
A exposição está patente ao público no Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe do Museu das Terras de Basto.
Nesta sessão marcaram presença os vereadores, a presidente e secretário da Junta da União de Freguesias do Arco de Baúlhe e Vila Nune, o presidente do Conselho Fiscal da Basto Vida, entre outros convidados e público em geral. Destaque-se ainda a presença do tamanqueiro de Outeiro, José Alves Leite, um dos homenageados nesta exposição, assim como os seus familiares e amigos que não quiseram perder a oportunidade de o felicitar pela sua vida dedicada à tamancaria.
A comissária da exposição é a Professora Doutora Teresa Soeiro – Investigadora do CITCEM – Centro de Investigação Transdisciplinar ‘Cultura, Espaço e Memória’ que, na oportunidade, deu uma palestra sobre o tema retratado nesta exposição.
Sendo uma profissão outrora importante na nossa região pretende-se, através do seu estudo, dar a conhecer a história da tamancaria quer no nosso concelho quer no território envolvente.

(CMCB)

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Apresentação da exposição no Museu das Terras de Basto – “No país do tamanco”

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, através do Museu das Terras de Basto, apresenta no dia 22 de outubro, sábado, pelas 15h00 a exposição “No país do tamanco”.
A comissária da exposição é a Professora Doutora Teresa Soeiro – Investigadora do CITCEM – Centro de Investigação Transdisciplinar “Cultura, Espaço e Memória”.
A presente exposição retrata a antiga profissão de tamanqueiro, pretendendo homenagear as figuras locais que se dedicaram a este ofício. Sendo uma profissão outrora importante na nossa região pretende-se, através do seu estudo, dar a conhecer a história da tamancaria quer no nosso concelho quer no território envolvente.
Entrada gratuita.
Não falte!

(FM)

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Casa da Lã comemora Dia Internacional dos Museus

A Casa da Lã e as Mulheres de Bucos associaram-se à comemoração do Dia Internacional dos Museus.
Em Bucos, na Casa da Lã, as mulheres partilharam o seu saber fazer com as crianças dos Jardins de Infância dos lugares de Gondarém e Cumieira da freguesia de Cabeceiras de Basto (S. Nicolau) e da freguesia de Bucos.
Crianças e professores ficaram a conhecer melhor o processo da lã desde a sua fase inicial até ao produto final,ficando a saber que esta arte tradicional é um património inquestionável que vem sendo preservado na aldeia de Bucos.

(FM)

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