Mílheros

Os mílheros, feito de milho esmagado no moinho de modo a ficarem do tamanho de grãos de arroz, sendo um dos pratos confeccionados no concelho de Cabeceiras de Basto, bem como nos concelhos vizinhos, simbolizando na perfeição a alimentação do meio rural, feita com base no que a terra dá.

Os mílheros comiam-se no dia a dia sem nada acrescentar, a não ser, que à mão houvesse feijões, ou uns netos (pequenos rebentos de couves), e umas espinhas de bacalhau para dar sabor. Prato de subsistência que se procurava apaladar de um ou de outro modo…

Só em dias de festa, ou em casas de maiores posses, se costumava acompanhar os mílheros com carne de porco gorda.

Há também que dizê-lo – os mílheros eram chamados de mílheros ricos ou pobres, conforme as carnes que levavam…

Apresentamos aqui uma receita, e pode experimentá-la em sua casa…

Mílheros ricos

Ingredientes

Cebola

Azeite

Água

Entrecosto

Morcela

Salpicão

Linguiça

Sal

Pimenta

Confecção:

Os mílheros antes de serem cozinhados são previamente lavados, até que saiam todas as cascas.

Faz-se um refogado com cebola e azeite, tendo este «estrugido» de ficar lourinho. Juntam-se-lhe as carnes – o entrecosto partido aos pedaços, a morcela, o salpicão, a linguiça –, retifica- se o sal e tempera-se com pimenta.

Ao refogado vai-se juntando água, de modo a que a carne vá cozendo lentamente.

Depois da carne estar cozida, juntam-se os mílheros, mexendo bem.

Os mílheros estarão prontos a servir quando estiverem moles.

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Peça em destaque: Manómetro

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Instrumento técnico, integrado no pavilhão de condução da locomotiva.

É um objeto utilizado no controlo e segurança da caldeira, dá a indicação do valor da pressão exercida pelo vapor de água no seu interior.

Produzido em Inglaterra, pela Sydney Smith & Sons, Ltd.

Fonte informativa: https://www.fmnf.pt/colecao/ficha.aspx?t=o&id=309

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À descoberta no Museu

A turma do 8.ºA1 da EB2/3 do Arco de Baúlhe, participou no dia 17 de maio, num divertido pedipaper sobre a história e as coleções do Núcleo Ferroviário de Arco de Baúlhe.

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Dia Internacional dos Museus celebrado no Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe

Para assinalar o Dia Internacional dos Museus que se celebra a 18 de maio, a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, trouxe esta manhã à linha a automotora ME5, considerada a “A velha glória da ME5”, fazendo ‘as delícias’ a miúdos e graúdos.

O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, juntou-se aos mais novos nesta viagem de comboio, acompanhado da vereadora da Cultura, Dra. Carla Lousada, e do presidente da Junta de Freguesia do Arco de Baúlhe e Vila Nune, Carlos Teixeira.

A saída à linha da automotora ME5 foi, para uns, o relembrar tempos idos e, para os mais novos, dar-lhes a conhecer o ambiente ferroviário português em meados do século XX.

A automotora ME5, movida a gasolina e construída em 1948 nas Oficinas Gerais de Santa Apolónia, a par das carruagens reais e de outras máquinas a vapor compõem o espólio do Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe do Museu das Terras de Basto, um museu polinucleado que integra também a Casa da Lã e o Núcleo de Arte Sacra.
Ao início desta tarde realizou-se o peddy paper ‘À descoberta no Museu’, uma atividade dirigida para os jovens, pretendendo desafiá-los a percorrer os espaços do Museu com perguntas sobre a história e as coleções das exposições.

De referir que a celebração desta data acontece desde 18 de maio de 1977, por proposta do ICOM – Conselho Internacional de Museus, com o objetivo de promover junto da sociedade uma reflexão sobre o papel dos Museus no seu desenvolvimento, subjugado ao tema ‘Museus como centros culturais: o futuro da tradição’.

Recorde-se que ao longo da sua existência, o Museu Terras de Basto tem vindo a dinamizar diversas ações com o intuito de sensibilizar a população em geral, mas sobretudo as crianças e jovens para a importância do museu como parceiro pedagógico.

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Dia Internacional dos Museus

Tendo em atenção o público escolar, o Museu das Terras de Basto/Núcleo Ferroviário de Arco de Baúlhe, através da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, vai antecipar os festejos do Dia Internacional dos Museus para o dia 17 de maio.

Programa

10h30 “A velha glória da ME5” – a automotora ME5 vai brindar-nos com uma saída à linha.

15h10 “À descoberta no Museu” (pedipaper) – uma atividade dirigida aos jovens, pretendendo desafiá-los a percorrer os espaços do Museu, com perguntas sobre a história e as coleções das exposições.

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“A Magia do Linho” – desenho e observação

Apresentamos alguns dos trabalhos dos alunos do 8.º ano da EB 2/3 de Arco de Baúlhe, coordenados pela Professora de Educação Visual, Dra. Rosário Coelho.
Estes desenhos foram efetuados no âmbito do Serviço Educativo da exposição “A Magia do Linho” – Expressão e composição da forma – desenho de observação.

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Museu das Terras de Basto celebrou “Dia Internacional dos Monumentos e Sítios”

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto através do Museu das Terras de Basto, associou-se à comemoração do “Dia Internacional dos Monumentos e Sítios” promovido pela Direção Geral do Património Cultural (DGPC), em colaboração com a ICOMOS Portrugal.

A vereadora da Cultura, Dra. Carla Lousada, e o presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto, Prof. Luís Santos, associaram-se à iniciativa.

Sob o tema ‘Património e Paisagem Rural’ e com a participação do projeto Férias Solidárias, da Associação de Pais, bem como do Curso de Formação ‘Capacitar para a Inclusão’, realizou-se uma visita à exposição do linho, patente no Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe, seguida de uma caminhada pela ecopista. As crianças tiveram ainda oportunidade de desenvolver atividades relacionadas com a temática do linho.

Esta ação pretendeu sensibilizar os participantes, em particular, e a população em geral, para a importância da preservação do património cultural material e imaterial.

 

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