Casa da Lã comemora Dia Internacional dos Museus

A Casa da Lã e as Mulheres de Bucos associaram-se à comemoração do Dia Internacional dos Museus.
Em Bucos, na Casa da Lã, as mulheres partilharam o seu saber fazer com as crianças dos Jardins de Infância dos lugares de Gondarém e Cumieira da freguesia de Cabeceiras de Basto (S. Nicolau) e da freguesia de Bucos.
Crianças e professores ficaram a conhecer melhor o processo da lã desde a sua fase inicial até ao produto final,ficando a saber que esta arte tradicional é um património inquestionável que vem sendo preservado na aldeia de Bucos.

(FM)

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‘A Primeira Viagem’: uma história da gente, da gente do Arco de Baúlhe, da gente de Cabeceiras de Basto

‘A Primeira Viagem’. Uma emocionante história inspirada no dia da inauguração da Estação Ferroviária do Arco de Baúlhe que conta a despedida de dois irmãos: António e Natália. Uma história da gente, da gente do Arco de Baúlhe, da gente de Cabeceiras de Basto. Uma mega produção do Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto que celebrou ontem, dia 18 de maio, o Dia Internacional dos Museus no Núcleo Ferroviário de Arco de Baúlhe.
Mais de meio milhar de pessoas assistiu, em cima da linha do caminho-de-ferro, à história daqueles dois irmãos do Arco de Baúlhe. Um que queria partir e seguir o sonho de descobrir o mundo e a outra, sua irmã, que queria permanecer na terra a que pertence e não queria ver o seu irmão seguir naquela primeira viagem de comboio. Um espetáculo que mergulhou no tempo e viajou numa narrativa sobre festa e adeus, risos e lágrimas, chegadas e partidas… sobre um caminho-de-ferro que mudou a vida de muita gente.
Com texto de Neto Portela, um magnífico elenco composto por 40 pessoas – crianças, jovens e menos jovens – e a participação especial da Lira – Associação Amigos da Música, esta encenação teatral encantou e emocionou as largas centenas de pessoas que se juntaram no Núcleo Ferroviário de Arco de Baúlhe.
No Museu das Terras de Basto aconteceu Cultura, numa noite em que o público presente viajou no tempo e recordou momentos da história coletiva do povo do Arco de Baúlhe, da sua vila, mas também do concelho de Cabeceiras de Basto.
Ao espetáculo não faltaram o presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, e a presidente da Junta da União de Freguesias do Arco de Baúlhe e Vila Nune, Dra. Carla Lousada, entre muitos outros autarcas do Município e das freguesias.
Refira-se que a Estação do Caminho de Ferro do Arco de Baúlhe, fim da Linha do Tâmega, via estreita, foi inaugurada em 1949 e funcionou até 1989. Em 23 de maio de 2004, em resultado de um protocolo celebrado entre a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, a REFER e a CP, abriu ao público nesta antiga estação o Museu das Terras de Basto, que integra hoje quatro núcleos museológicos – o Núcleo de Arte Sacra, a Casa da Lã, a Casa do Pão e o Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe que faz parte dos dez núcleos que integram o Museu Nacional Ferroviário.

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Dia Internacional dos Museus, 18 de maio

No âmbito da comemoração do Dia Internacional dos Museus, o Museu das Terras de Basto/Núcleo Ferroviário de Arco de Baúlhe, oferece no dia 18 de maio, um dia com várias atividades distintas.
Às 10h00, “À descoberta no Museu”, um peddy-papper dinamizado com a turma 6.º C da EB2 e 3 de Arco de Baúlhe;
ÀS 15h00, a automotora ME5, sai do salão onde está albergada para andar num curto espaço da linha férrea do museu;
ÀS 21h30, o Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto leva à cena “A primeira viagem”.
Não perca, visite-nos!

(FM)

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Dia 18 de maio, Dia Internacional dos Museus

O Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto (CTCMCB) apresenta “A primeira viagem” no Núcleo Ferroviário de Arco de Baúlhe.

A primeira Viagem Cartaz

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Oficina pedagógica: “Os painéis azulejares da nossa estação”

No âmbito do Serviço Educativo do Museu das Terras de Basto, a Prof.ª Rosário Gomes Coelho, de Educação Visual, está a desenvolver com a turma do 9 A1, da Escola Básica de Arco de Baúlhe, uma reprodução do painel azulejar do edifício da estação de Arco de Baúlhe. Nesta atividade são usadas tintas acrílicas sobre azulejo chacotado.
Esta iniciativa é desenvolvida no contexto do conteúdo relacionado com o património do plano anual de Escola.
No final estes trabalhos serão expostos na Sala de Serviço Educativo.

(FM)

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”O Botas”– Porquê

No lugar de Arosa, freguesia de Cavez, concelho de Cabeceiras de Basto, dois jovens muito pobres resolveram casar. Ele era António e ela Joaquina. Ambos viviam como podiam naquele tempo. Ela não teve vergonha de ir para a igreja com as socas nos pés, pois nunca teve outro calçado. Ele não quis levar os tamancos e foi pedir umas botas emprestadas. Claro que no fim do casamento teve de as devolver ao dono. Aqui começou a alcunha do “Botas de Arosa”.
Casaram e tomaram conta, como caseiros, de uma lavoura de um senhor muito rico, o senhor Alves. Este meteu-se em aventuras de justiça com os vizinhos e acabou por perder tudo nos tribunais.
António e Joaquina, que eram caseiros, pediram dinheiro para comprar a lavoura. Quando alguém lhes perguntava como pensavam pagar, respondiam que tanto valia ter o senhor Alves como patrão como um banco qualquer.
Com muito trabalho, pagaram aquela lavoura e conseguiram comprar mais cinco. Em 1950 eram os senhores mais ricos de Arosa. Tinham seis lavouras com as respetivas casas, tantas como os filhos que tinham.
Muito trabalho, muita vontade de vencer e acima de tudo muita poupança!
Nessa altura, António já tinha umas botas mas, segundo consta, deixava os socos a solar no tamanqueiro em Cavez, ia descalço para Cabeceiras e só à entrada da vila é que calçava as botas para as não gastar. Da sua alcunha ”O Botas” ficou-lhe o nome principal.
Faleceu em 1957. Viveu cerca de 75 anos e deixou à família um património invejável.
Foi este senhor, avô da dona do restaurante ”O Botas”, que involuntariamente deu o nome ao seu restaurante. Este nome, ”O Botas” dignificou a família, a terra e irá perpetuar-se pelas gerações vindouras.

Este texto foi baseado em apontamentos deixados por José Monteiro (Daivões) e em várias fontes orais do lugar de Arosa, freguesia de Cavez, concelho de Cabeceiras de Basto.

Recolha da informação: Glória Gonçalves
Natural: Arosa, Cavez, Cabeceiras de Basto
Profissão: Professora de 1.º ciclo

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Museu recebe visita do Jardim de Infância do Centro Escolar de Arco de Baúlhe

O Museu das Terras de Basto/Núcleo Ferroviário de Arco de Baúlhe, no dia 8 de abril, sexta-feira, recebeu a visita de cerca de 60 pessoas, das quais 56 Crianças e 4 Adultos do Jardim de Infância do Centro Escolar de Arco de Baúlhe.
Como é da praxe, estas crianças visitaram a exposição permanente, que alberga a locomotiva a vapor e a automotora ME5.
De salientar, que este material circulante é sempre muito admirado pelas crianças que nos visitam.
De seguida, visitaram o canteiro das ervas aromáticas do museu e por último, plantaram uma árvore de fruto – laranjeira – no espaço ajardinado.
É desta forma, que o Museu das Terras de Basto contribui de uma forma educativa para a consciencialização e importância da preservação do meio ambiente no nosso dia-a-dia.

(FM)

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